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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

LUIS CÉSAR SOUSA
( BRASIL- BAHIA )

UM BAIANDANGO EM GOIÁS

Baiano de Feira de Santana, tenho nove livros publicados e um inédito. Editei uma revista, Arabutã 2005 e um jornal, Mãe Terra, além de livros de outros autores, tendo participado com artigos, 16anos em Brasília e já fui e voltou várias vezes. Também sou revisor e livreiro, membro da Sociedade Brasileira de Eubiose, resido atualmente em Pirenópolis (GO).
O meu mais recente livro, Serenos Serenos, encontra-se à venda através do autor: ou pelo WhatsApp (62)99200-9499, da escritora Rosana Hummel: (61)99934-4566 e na livraria “Saber Ler!” em Taguatinga Sul. Logo será disponibilizada em outros locais.
Não só nos últimos 35 anos, mas há 80 anos, desde o fim da II Guerra Mundial não conheci algo tão horrendo e estarrecedor quanto o massacre e extermínio/limpeza étnica praticados na Faixa de Gaza contra o povo palestino, perpetrados pelo regime nazi-sionista de Israel, liderado pelo primeiro ministro Benjamim Netanyahu.  É um genocídio, cf. a Comissão de Direitos Humanos da ONU, contra o povo palestino. É chocante, também, a inação — quanto a essa monstruosidade — dos governantes das nações em geral de todo o planeta, como se não tivessem alma, humanidade, coragem.
Luis César Souza - Pirenópolis (G0) 10 de julho de 2025 - cesario@hotmail.com

 

COLETIVO DE POETAS: TRINTA E CINCO, A HISTÓRIA E O PO O EM MOVIMENTO, LEMBRA? / Organizado por Menezes e Moraes.  Brasília: ACE, 2025.  200 p.   ISBN 97-65-87326-16-3.   No. 10 970


SEMEADOURO

Se fosse um guardador de rebanhos
e uma ovelha fosses do meu pastoreio
buscaria que as estrelas me indicassem
e te mostraria o caminho de volta aos teus

Se então uma criança em meio à ciranda
e outra tua brincar na roda da vida
te levaria pelas mãos e correríamos em direção
ao pote dourado no final do arco-íris

Se um mago e entendesse mistérios
e uma aprendiz fosses sem o saber
tomaria da vara encantada do destino
e te ofertaria a luz

Se como um pobre crente peregrino sonhador
conversasses com os ventos e as nuvens do deserto
entregar-te-ia uma bússola solar
para que encontrasses Deus na solidão

Se um dia te aproximaste do reino fértil
e incansável da amizade
saberias que não existe a vergonha
o pecado a dor a sombra a necessidade
O irmão velará pelo coração do outro
feito o futuro nos ensinou um dia
lugar onde o amor não será apenas paixão
prazer posse comércio, mas um incessante
chama irradiando doação, renúncia e paz



MEIAIDADE NA IDADEMÍDIA

As plantas jantando Djavan e eu nem aí
A bicicleta serve pra comprar água inglesa
e eu dispensado de pensar
Coisa de Acender acende a alma e Damário da Cruz não
tinha medo
de ousar de manhã
Sinais de amor e perigo no ar
e a linha do equador é aqui
Não entendo qual seria então a paixão do Cristo
mas não sei esquecer um rosto bom
Um sujeito despenca do céu e não desconfia o que ganhar
com o
dinheiro
Se amor é insano e romantismo ilusão
as ruas continuam cheias do cinza das águas
Se o desejo é cruel e a santidade inalcançada
mais pura é a selvageria do teu sexo
Se querer asas é mera utopia
que vivam os verdadeiros sonhos.



MÓ TEMPORAL


O tempo ruge
O tempo uiva
O tempo urge
Não há mais o tempo
O meu tempo acabou de acabar
Alimentando ventos
Sorvendo tempestades
desabou-me um quê qualquer de eternidade
Um agora sem-tempo
Um tempo lá fora
outro de dentro
Presente
Virada
Movimento

 

DINÂMICA

A vespa veio do espaço sideral
também a rã
Os pássaros vieram dos anjos
O boi da terra

Os cães são frutos dos humanos pensamentos
os ratos do inconsciente
Dos nossos sentimentos os peixes
As borboletas de nossos sonhos

Das hierarquias celestes os homens
Vamos para o eterno, a unidade
infinitude de onde viemos

Somos um minúsculo universo
brincando de existir.
Os poemas que os ventos levaram
serão lidos pelos pássaros.



INFANTE

Eu prometo que vou roubar por acaso um tesouro
escondido na
alma de alguém que por acasos tem belos cabelos  
e uma mentira
guardada no coração pra não me contar

Eu confesso que vou ter no peito um porto
pequenino que só caiba
um barco ancorado de cada vez toda vez que o
coração mandar  

Eu atesto o desperdício da civilização ocidental e      
caduca que está na
minha cabeça adormecida pelos fatos todos no ar

Eu aceito que vou ser feliz um dia
para quem sabe nas estrelas esquecida navegar.

*
VEJA e LEIA outros poetas da BAHIA em nosso Portal:
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Página publicada em abril de 2026





 

 

 
 
 
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